História da Dani, mãe do Pedro

Projetamos o quarto do Pedro quando eu estava grávida. Nesse momento, organizamos a disposição de armários, berço, trocador e cama auxiliar, sempre pensando em termos espaço para ele brincar no chão mesmo. Queria que ele tivesse o canto dele, mesmo que quando bebê não fosse aproveitar muito além de usar quase que só berço e trocador. Lembro bem que criamos uma disposição do quarto diferente do que meus vizinhos que tinham a mesma planta de apartamento e todos que vinham aqui se espantavam em como o quarto do Pedro parecia maior que o deles.


Ok, não se deve deixar para finalizar o quarto do filho nas últimas semanas, pois é mais comum as crianças nascerem a partir das 36 semanas, mesmo assim elas podem vir antes desse tempo.... Pedro nasceu um mês antes! O papel de parede, a cortina, os quadrinhos e as letrinhas com o nome dele, já estavam tudo comprado, mas ficaram guardados. Foi uma frustração minha, porque depois que ele nasceu não achava mais tempo para fazer essas coisas e fiquei com o quartinho inacabado. Isso me deixava chateada

Quando ele fez uns 9 meses, coloquei o papel adesivo, na parede junto ao trocador (sim, o papel era adesivo e eu mesma podia colocar, mas me enrolei e não fiz). Lembro exatamente desse momento e até filmei, era um papel de bichinhos e a reação ele ao ver a decoração foi emocionante! Ele ria e queria beijar os bichinhos! Uma fofura! E curtiu esse desenho por muito tempo, ficava horas conversando e passando o dedinho. 


Depois que ele saiu do berço para cama grande com dois  anos, ficou um espaço vazio no quarto onde comprei às pressas uma estante pequena para organizar a montanha de brinquedos que começou se acumular. Também não deu muito certo, era mais brinquedo que a estante comportava e ficava sempre com aquela cara de bagunça, tudo à mostra. Com o tempo, o Pedro só amontoava as coisas ali, brincava sempre com os brinquedos de cima da pilha ou então fazia uma zona tirando tudo de lá em busca do carrinho que ficou bem em baixo. E não parou por aí, não demorou muito para ele iniciar um segundo amontoado de coisas em outro canto do quarto. Isso me deixava muito frustrada, não conseguir ter o quarto arrumado nunca!


Quando ele fez quatro anos, decidimos adaptar o quartinho para as novas necessidades dele.  Fizemos novo projeto e na hora de executar envolvi ele na pintura das paredes. Que alegria! Lona no piso, roupa velha, avental e um rolinho (beeem pequeno) na mão! Em apenas um final de semana, demos conta do recado e passou mais de semana contando feliz na escola que tinha ajudado, que ele tinha virado pintor! 


A marcenaria executou a bancada de estudos, com gavetinhas no lugar onde estava antes o berço (e, depois, a montanha de brinquedos), colocamos dois gaveteiros em baixo e colocamos caixinhas organizadoras de brinquedos no espaço onde era o trocador! Essas caixas funcionaram super bem, tem um tamanho bom para ele carregar pra lá e para cá. Quando tudo ficou pronto, coloquei ele para me ajudar a separar e organizar os brinquedos. Colocamos os carrinhos em uma cesta, os aviões em outra, os Legos foram para as gavetas, os trens e trilho em outra...Tudo separado e organizado. Ele dizia que cada brinquedo tinha sua própria casinha! 


Em seguida, vimos uma diferença muito grande no comportamento dele para brincar. Passou a saber onde estavam as coisas, pega uma caixa por vez, senta no chão do quarto e brinca com aquilo até cansar.  Ele sabe exatamente onde fica cada coisa e vai pegando conforme for precisando. E na hora de guardar, no início ajudamos ele a recolocar as coisas nas caixas, mas agora é muito tranquilo! Ele mesmo devolve, na maioria das vezes, os brinquedos para as caixas e tudo volta ao lugar

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